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Na sexta-feira, durante a sessão norte-americana, o ouro permanece sob pressão e caminha para encerrar a segunda semana consecutiva em queda, já que a forte alta dos preços do petróleo, em meio à guerra em curso entre Estados Unidos e Irã, intensifica as preocupações com a inflação e provoca uma reavaliação acentuada das expectativas para as taxas de juros — cenário desfavorável para um ativo sem rendimento como o ouro. No momento em que escrevo, o par XAU/USD é negociado perto de US$ 5.050, permanecendo dentro da faixa estabelecida entre US$ 5.000 e US$ 5.200 por onça.
A guerra no Oriente Médio perturba os fluxos de petróleo e aumenta os riscos inflacionários, enquanto as tensões em torno do Estreito de Ormuz continuam a abalar os mercados energéticos globais. Essa rota estratégica está efetivamente bloqueada pelo Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica desde o início da campanha militar dos EUA e de Israel contra Teerã. A Agência Internacional de Energia (AIE) alerta que o conflito na região está provocando a maior interrupção de oferta da história do mercado mundial de petróleo, enquanto o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou em seu primeiro discurso público, na quinta-feira, que o bloqueio do Estreito de Ormuz deve continuar como "instrumento de pressão sobre o inimigo".
Nesse contexto, o ouro encontra-se em uma encruzilhada. Por um lado, as persistentes tensões geopolíticas sustentam a demanda por ativos de refúgio, ajudando a limitar a profundidade da queda. Por outro, a mudança para uma trajetória mais hawkish das taxas de juros e o aumento dos rendimentos reais dos títulos soberanos restringem o avanço do metal precioso, mantendo-o dentro de sua faixa habitual de negociação.
Antes do início do conflito, os mercados já precificavam pelo menos dois cortes de juros pelo Federal Reserve neste ano. Contudo, com o aumento dos riscos inflacionários e a alta dos rendimentos, essas expectativas foram significativamente reduzidas. Os investidores agora supõem que as taxas permanecerão inalteradas, e, segundo a Bloomberg, apenas cerca de 20 pontos-base de afrouxamento monetário estão precificados até dezembro.
Ao mesmo tempo, os mercados já precificaram integralmente a probabilidade de um aumento de juros pelo Banco Central Europeu até julho, enquanto também cresceram as expectativas de que o Banco da Inglaterra poderá apertar a política monetária até o fim do ano. Esse cenário sustenta os rendimentos dos ativos nas economias desenvolvidas e reduz a atratividade do ouro.
O enfraquecimento das expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve impulsiona a alta do dólar e dos rendimentos dos títulos, aumentando a pressão sobre o metal precioso. O Índice do Dólar (USDX), que mede a moeda americana frente a uma cesta de seis moedas principais, subiu acima do patamar psicológico de 100, atingindo os níveis mais altos desde outubro de 2025, enquanto os rendimentos dos Treasuries de 10 anos permanecem em torno de 4,25%, próximos das máximas de cinco semanas.
Os mercados reagiram de forma relativamente contida aos dados macroeconômicos mais recentes dos EUA, já que o foco dos investidores permanece na escalada do conflito no Oriente Médio. O núcleo do índice de preços PCE, a métrica de inflação preferida pelo Fed, subiu 0,4% em janeiro na comparação mensal, em linha com as previsões e repetindo o ritmo de dezembro, enquanto o aumento anual foi de 3,0%, ligeiramente abaixo do esperado (3,1%) e em linha com o valor de dezembro.
A segunda estimativa do PIB dos EUA para o quarto trimestre indica que a economia cresceu 0,7% em termos anualizados, abaixo da estimativa anterior de 1,4%, confirmando uma desaceleração da atividade em meio a condições financeiras mais restritivas.
Do ponto de vista técnico, se o metal cair abaixo do nível psicológico de US$ 5.000, o próximo nível de suporte será a média móvel simples (SMA) de 50 dias, próxima de US$ 4.950. Depois disso, o ouro poderá acelerar sua queda em direção a US$ 4.840.
Caso os preços consigam romper acima da SMA de 20 dias, o nível redondo de US$ 5.200 voltará a atuar como resistência.
Os osciladores no gráfico diário mostram sinais mistos. Enquanto isso, o Índice de Força Relativa (RSI) entrou em território negativo, indicando fraqueza entre os compradores (touros).
*A análise de mercado aqui postada destina-se a aumentar o seu conhecimento, mas não dar instruções para fazer uma negociação.
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