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12.02.202622:18 Forex Analysis & Reviews: GBP/USD. Smart Money. A libra ignorou o colapso dos dados econômicos do Reino Unido

Relevance up to 10:00 UTC--5

O par GBP/USD preencheu totalmente o último desequilíbrio altista, recebendo reação em seu limite inferior. Assim, formou‑se também um sinal altista para a libra, exatamente como eu previa. O mais importante é que sinais de compra surgiram quase simultaneamente tanto para a libra quanto para o euro. Isso aumenta significativamente a probabilidade de novo crescimento em ambos os pares cambiais.

Exchange Rates 12.02.2026 analysis

No momento, novas ordens estão sendo abertas, e o histórico de notícias não cria obstáculos para os traders posicionados na alta dos preços. O mercado de trabalho dos EUA continua fraco, e a política americana segue gerando incerteza, tanto no plano doméstico quanto no internacional. Não há, neste momento, padrões de baixa, nem condições claras para que eles se formem. Estruturas baixistas exigem catalisadores específicos e pressão vendedora ativa, elementos que simplesmente não estão presentes agora.

É verdade que a taxa de desemprego nos EUA recuou, o que, isoladamente, é um desenvolvimento positivo. No entanto, as revisões dos dados do mercado de trabalho de 2025 neutralizaram os ganhos recentes do dólar americano. Na minha avaliação, os compradores de dólar — isto é, os ursos em GBP/USD e EUR/USD — estão ausentes do mercado neste momento. Apenas os touros estão efetivamente operando. Se eles aumentam posições, o par sobe; se realizam lucros, o par recua. Essa é toda a mecânica atual do movimento.

A tendência de alta da libra permanece intacta, como confirmado pela estrutura gráfica. Apenas desde 5 de novembro, os traders tiveram pelo menos três oportunidades claras para abrir posições longas, e nesta semana surgiu a quarta. Sinais altistas vêm se formando de maneira recorrente, enquanto padrões baixistas não aparecem há bastante tempo. Na minha opinião, não há necessidade de reinventar a roda: não existem, neste momento, indícios de uma ofensiva vendedora. Não vejo razões para considerar operações de venda.

Na quinta-feira, o noticiário chegou a dar algum suporte ao dólar americano durante a primeira metade do dia. Contudo, como já destacado, os ursos continuam ausentes, e, portanto, não há demanda efetiva pela moeda americana. O mercado também não demonstrou disposição para vender a libra, apesar do fraco crescimento econômico do Reino Unido e de dados ainda mais decepcionantes da produção industrial. Lenta, mas consistentemente, o dólar segue em queda — aparentemente, para a satisfação de Donald Trump.

Nesta semana, resta apenas o relatório de inflação, que pode exercer pressão adicional sobre o dólar. Caso a inflação desacelere conforme esperado pelos traders, isso fornecerá mais um argumento para vender a moeda americana rapidamente.

De forma mais ampla, o pano de fundo noticioso nos EUA sugere que, no longo prazo, o dólar tem maior probabilidade de enfraquecer do que de se fortalecer. A situação no país permanece complexa. As estatísticas do mercado de trabalho decepcionam com mais frequência do que animam. Três das últimas quatro reuniões do FOMC resultaram em decisões dovish. Soma-se a isso a postura agressiva de Trump no campo militar, as ameaças direcionadas à Dinamarca, México, Cuba, Colômbia, Irã, países da União Europeia, Canadá e Coreia do Sul, o processo criminal envolvendo Jerome Powell, a perspectiva de um novo shutdown e o escândalo que envolve a elite americana no caso Epstein. Tudo isso reforça a percepção de uma crise política e estrutural profunda. Na minha avaliação, os touros têm todos os elementos necessários para sustentar sua ofensiva ao longo de 2026.

Uma tendência baixista exigiria um pano de fundo noticioso forte, consistente e duradouro a favor do dólar, algo difícil de imaginar sob a presidência de Donald Trump. Além disso, o próprio presidente dos EUA não tem interesse em um dólar forte, pois isso manteria o déficit da balança comercial. Por essas razões, continuo não acreditando em uma tendência de baixa para a libra. Há fatores de risco em excesso pesando sobre o dólar. Caso novos padrões baixistas surjam, um possível declínio da libra poderá ser avaliado — mas, no momento, eles simplesmente não existem.

Calendário de notícias para os EUA e o Reino Unido:

  • EUA – Índice de Preços ao Consumidor (10:30 Brasil / 13h30 Portugal).

Em 13 de fevereiro, o calendário econômico contém apenas um evento, mas é importante. O impacto do noticiário sobre o sentimento do mercado estará presente na sexta-feira, especialmente na segunda metade do dia.

Previsão para o GBP/USD e recomendações de negociação:

O cenário para a libra permanece claramente altista. Um novo sinal de compra foi formado e não chegou a ser invalidado. Os touros iniciaram um movimento mais agressivo, que ameaça tornar-se prolongado e desgastante, sem a intenção de promover um rali rápido. Afinal, não há motivo para pressa quando o dólar pode ser vendido de forma gradual. Como a tendência de alta não levanta dúvidas, resta aos traders concentrar-se em compras baseadas em padrões e sinais bem definidos. O Imbalance 14, como esperado, ofereceu exatamente essa oportunidade.

Como alvo potencial de alta, considerei o nível de 1,3725, que já foi alcançado, mas a libra pode subir muito mais em 2026. Não há limites. O próximo alvo atraente parece ser 1,4246 — a máxima de junho de 2021.

*A análise de mercado aqui postada destina-se a aumentar o seu conhecimento, mas não dar instruções para fazer uma negociação.

Samir Klishi,
Analytical expert of InstaSpot
© 2007-2026
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